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Belgo Bekaert apoia experimento para controle de febre maculosa por meio do NPC no campus Luiz de Queiroz da Esalq/USP, em Piracicaba (SP)

Belgo Bekaert apoia experimento para controle de febre maculosa por meio do NPC no campus Luiz de Queiroz da Esalq/USP, em Piracicaba (SP)


Os prejuízos causados por animais silvestres em rebanhos domésticos e propriedades rurais podem provocar dor de cabeça extra nos produtores, especialmente naqueles que tentam resolver o ‘problema’ sem conhecimento científico, colocando a fauna em risco.

“A questão torna-se ainda mais relevante quando envolve animais em extinção ou em estado de alerta. Medidas mal dimensionadas podem causar impactos indesejáveis no meio ambiente”, destaca o médico veterinário Guilherme Vianna, Gerente de Negócios da Belgo Bekaert. 

As capivaras representam um bom exemplo. Apesar de serem muito abundantes classificado como ‘pouco preocupante’, o maior roedor do mundo é responsável por diversos prejuízos, pois atacam as lavouras e por se reproduzirem muito rapidamente e em larga escala, esses animais podem representar risco para a população humana, já que podem ser hospedeiros do carrapato-estrela (Amblyomma spp.) e sabidamente aplificadora da bactéria causadora da febre maculosa (Rickettsia rickettsii).

“A febre maculosa é uma ocorrência comum fora das grandes cidades e nas propriedades rurais. A doença pode variar de formas leves até as mais graves, causando febre, náuseas e dores no corpo. Em diversos casos, pode até ser fatal, com uma taxa de letalidade de 47% a 85%”, explica Vianna.

Paulo Bezerra, mestre em agronomia e coordenador de pesquisa do Núcleo de Pesquisa e Conservação da Fauna e Flora Silvestres (NPC), entidade parceira da Esalq/USP, diz que o uso de materiais e produtos para limitar o trânsito desses animais de forma seletiva, reduz a disseminação de carrapatos e consequente avanço dessa zoonose “No campus da Esalq/USP, em Piracicaba (SP), estamos realizando diversos experimentos com cercas e telas especiais para restrição não só desses animais, mas também para controle de javalis”, informa o pesquisador.

Pensando nesses problemas, a Belgo Bekaert apoia projetos e experimentos que ajudam a preservar a fauna e flora brasileira. A empresa é parceira da pesquisa no campus da Esalq/USP, participando dos testes de controle de acesso de capivaras.   

A cerca com Belgo Javaporco impede a passagem dos animais pois é extremamente resistente ao impacto, além de ter alta durabilidade, devido a uma cama pesada de Zinco (tripla camada). “É fácil de instalar e de manter. É a única tela que realmente resiste aos animais silvestres, sem causar danos às capivaras e outros bichos, além de cumprir outro objetivo: proteger as áreas”, reforça Guilherme Vianna. 

Além de resistente contra o ataque dos animais, a tela Belgo Javaporco é uma excelente opção para proteção de propriedades rurais próximas às áreas urbanas, especialmente às margens de rodovias. “Produtos mais específicos, como uma tela capaz de restringir somente capivaras, permitindo a passagem de outros animais, e telas que possam ser utilizadas nas margens das rodovias para a proteção da fauna, mas que sejam de baixo custo, alta durabilidade e fácil instalação, se fazem necessárias no ambiente rural”, conclui o pesquisador, Paulo Bezerra. 

Fonte: Texto Assessoria

Portal do Agronegócio 15/09/2021

 

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